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«Indústria Gráfica – Impressões que Permanecem» inaugurada em Tomar

A exposição foi inaugurada a 31 de outubro na Casa Vieira Guimarães, em Tomar, reunindo representantes das entidades envolvidas, curadores e convidados.

Participantes na inauguração da exposição Indústria Gráfica – Impressões que Permanecem em Tomar

A APIGRAF, a Universidade Politécnica de Tomar e o Centro de Estudos em Fotografia de Tomar inauguraram, no sábado, 31 de outubro, a exposição Indústria Gráfica – Impressões que Permanecem, na Casa Vieira Guimarães, em Tomar.

A sessão contou com a presença de Samuel Fontes, vereador da Câmara Municipal de Tomar com os pelouros da Mobilidade, Biblioteca, Economia Local e Veterinário; da Prof.ª Doutora Cecília de Melo Correia Baptista, diretora da Escola Superior de Tecnologia de Tomar; de Tiago Simões, representante da Direção Executiva Nacional da APIGRAF; e dos curadores Ana do Carmo e Miguel Sanches. Entre outras individualidades e público em geral, esteve também presente o Professor Guilhermino Pires, fundador do curso de Tecnologia das Artes Gráficas da Universidade Politécnica de Tomar.

Intervenção durante a inauguração da exposição em Tomar

Mais do que uma apresentação de objetos e produtos impressos, a exposição convida à descoberta da diversidade das artes e indústrias gráficas e da sua presença, muitas vezes discreta, nos mais diversos domínios da vida quotidiana.

Organizada em sete núcleos temáticos, a mostra propõe um percurso pela memória e pela contemporaneidade das artes e indústrias gráficas, revelando a diversidade de técnicas, materiais e produtos que caracterizam o setor.

Participantes na inauguração da exposição em Tomar

O percurso inicia-se com a evocação da história da imprensa tomarense, através de um exemplar do jornal A Emancipação, de 1879, e da história do associativismo gráfico português, representada pela obra 170 Anos do Movimento Associativo dos Industriais Gráficos, editada pela APIGRAF.

Segue-se o núcleo Memória – Entre letras e tipos, dedicado à tipografia tradicional, com equipamentos, tipos móveis e instrumentos de produção gráfica, complementados por referências a escritores ligados à arte tipográfica, como William Blake, Honoré de Balzac, Antero de Quental e Eduardo de Barros Lobo.

Os restantes núcleos evidenciam a presença da indústria gráfica no quotidiano: Na rua, com cartazes e outras expressões da comunicação visual; Entre páginas, com livros e revistas que se distinguem pela qualidade da impressão e dos acabamentos; Por perto, com agendas, cadernos e artigos de papelaria; À superfície, com rótulos, etiquetas e painéis de interface; e Que envolve, dedicado às embalagens, dos produtos de consumo corrente às soluções de apresentação de luxo.

Através desta diversidade de objetos e tecnologias, a exposição mostra o papel da indústria gráfica na informação, na comunicação e no quotidiano, bem como o seu contributo para empresas de atividades industriais, comerciais, culturais e de serviços.

Conheça a exposição em Tomar

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